quarta-feira, 31 de julho de 2013

É importante buscar a superação de um problema se melhorando. Ainda existe muita dor por dentro, mas hoje ela convive com certa tranquilidade e outros problemas mais amenos e que não implicam em dor.
É ruim pensar que seus problemas já não são mais os meus e que seus atos já não me causam tamanho impacto. 
Mas ainda é dolorido...

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O que acontece quando o trabalho é grande e o tempo é curto: você deeeesce a barra de rolagem do facebook, abre o email e lê sua caixa de entrada, em seguida organiza email e abre um endereço que era secundário -> stalkeia no facebook pessoas mais distantes do mundo, volta para o email -> faz internet de shopping (mesmo sem $), não deu certo, olha no mínimo três sites de compra coletiva sem comprar nada ->olha alguns blogs de qualquer coisa (moda política, música...) -> olha as notícias e compara jornais -> chegando num momento extremo de fuga acadêmica, monta um blog, procura template, escreve no blog -> volta para o facebook, a timeline já se repete -> aí vc já está com sono, vai dormir achando que pode acordar cedo e tudo vai dar certo, acorda 12:00 morrendo de sono e por aí vai...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Quando você tem uma roupa bonita e ela por algum motivo rasga e você emenda, ela permanece a mesma roupa, mas um pouco menos bonita por ter perdido uma parte original e agora tem um remendo. Mas se ela for cheia de buracos tampados com retalhos, deixa de ser sua roupa bonita e se torna outra roupa que você não se sente bem em vestir.
Há um sentido único de fenômenos interligados, o vento não sopra tua janela à toa e rouba teu sono que estava ali junto a ti. Mas assim como teu sono tudo vai e volta num sentido linear.

O que existe? Quem és tu para determinar uma série de fenômenos que simplesmente obedecem uma ordem lógica que procuras e não acha? O que é pior: procurar a ordem e perderes-te ou achares-te e perder todo o sentido? Será que algum dia o sono perdido lhe pertenceu? Estarias perdido da mesma forma, pois estar no mundo é se perder e perder o mundo.

Perder a objetividade é trazer uma subjetividade que também será perdida. Será que consegues perceber? Objetivamente, digo que o mundo dá voltas, subjetivamente te diria que é uma série de vai-e-vem em linha reta porque dentro de ti há uma estrada que segues com teus pertences. Ao longo do caminho eles ficam pesados e são abandonados, mas permanecem onde foram deixados.

Teus pertences ficam em uma estrada reta de mão-dupla que em determinados momentos voltas para buscá-los, quando acreditas que precisa de algo, retomas-te o caminho doloroso para pegá-lo. A volta depende da essencialidade do objeto e quanto mais complicado é o caminho mais pesa aquilo que de fato é importante e terás que abandonar.

Achas o silêncio e retornas em busca de vozes, em seguida, buscas-te por paz, mas junto a ela está a solidão.


A estrada sua e é deserta.